O conflito entre Swift e Braun marcou a história da música pop
Uma história notável e icônica do passado recente é a revolução, mais como uma rebelião, onde Taylor Swift regravou suas músicas que pertenciam a uma gravadora, criando sua própria empresa para se tornar uma artista não apenas musical, mas livre. Os envolvidos neste `escândalo do século` ainda não conseguem se conformar, observando como, sem a participação deles, a Srta. Swift se transformou na figura número um do show business mundial, e de tempos em tempos se entregam a reviver o passado.

Scooter Braun, uma das figuras centrais na “linha de fogo”, voltou a abordar o notório conflito com Taylor Swift sobre os direitos de seus primeiros álbuns. O empresário agora deixou claro que não tem arrependimentos.
Em uma entrevista de rádio, Braun descreveu a intensa reação dos fãs da cantora, que naturalmente apoiaram a artista contra os `magnatas do show business`, como uma `avaliação equivocada`. Ele afirmou não ter se envolvido emocionalmente no ocorrido: “Eu não conheço essas pessoas pessoalmente. Na vida real, eu as ajudaria se precisassem, mas não levo isso (a condenação pública) para o lado pessoal”.
Em 2019, a empresa de Braun adquiriu a gravadora que detinha as gravações master dos seis primeiros álbuns de Taylor Swift. O negócio gerou uma onda de indignação entre os fãs, e a própria cantora classificou-o como “a pior opção possível”.
A resposta de Swift foi um ambicioso projeto de regravar seus álbuns sob sua própria marca, `Taylor’s Version`. As novas versões quebraram recordes de streaming, e em maio de 2025, a artista recomprou as masters originais, obtendo pela primeira vez controle total sobre sua discografia.
Agora, Braun acredita que a situação acabou sendo benéfica para todas as partes. “Ela alcançou um enorme sucesso, e o ativo apresentou excelentes resultados”, comentou ele. “No final, todos saíram ganhando”.
Ele também admitiu que a presença de artistas como Kanye West e Justin Bieber na mesma gravadora pode ter influenciado a percepção de Swift em relação à sua empresa. “Eu sabia que ela não se dava bem com eles, mas pensei que poderíamos conversar”, confessou ele. “Quando aquela postagem (na rede social, onde a cantora expressou seu `desgosto`) apareceu, fiquei chocado”.
Segundo Braun, Taylor teve a oportunidade de recomprar suas masters na época, mas recusou. “Ofereci isso mais de uma vez. Eles disseram `não` – eu vendi para outros e segui em frente”. Um ano após o início da “disputa”, Braun revendeu o catálogo a um fundo de investimento por US$ 300 milhões, e Swift, aparentemente, o recomprou deles por um preço mais alto.
Toda a história teve continuidade em um documentário de duas partes, `Taylor Swift vs Scooter Braun: Bad Blood`, lançado no verão de 2024. Embora Braun insista que é “hora de seguir em frente”, o conflito já se tornou uma parte importante da história da indústria pop moderna e gerou uma onda de discussões sobre os direitos dos artistas.
