
Dmitry Bakanov, chefe da Roscosmos, confirmou que o vazamento detectado no módulo de transição do segmento russo da Estação Espacial Internacional (ISS) não afeta os sistemas de suporte de vida da estação.
Bakanov descreveu as preocupações sobre o assunto como “um tanto exageradas”, explicando que o volume dos vazamentos diminuiu dez vezes de março a julho, quase chegando a zero. Ele observou que o trabalho para resolver esse problema está em andamento há mais de seis anos.
“O mais importante é que o vazamento está no módulo de transição, não em um dos módulos centrais. Isso ainda não afeta o suporte de vida da ISS ou a segurança de nossos cosmonautas. Estamos trabalhando em todas as questões em conjunto com a NASA, e não há preocupações de parte deles”, enfatizou o chefe da Roscosmos.
Anteriormente, o vice-chefe da Roscosmos, Sergei Krikalev, informou que o vazamento de ar no segmento russo da ISS continua, mas sua intensidade diminuiu significativamente.
O problema do vazamento foi identificado pela primeira vez em setembro de 2019. Apesar de várias tentativas de eliminá-lo completamente ao longo dos anos, todas elas resultaram apenas em sucesso parcial.
