O cineasta francês Olivier Assayas, em sua obra “O Mago do Kremlin”, propõe-se a fazer uma exposição detalhada das complexidades e desafios que nos confrontam na atualidade. No entanto, o resultado final parece perder-se numa avalanche de dados e informações, resultando numa narrativa que sobrecarrega o espectador. Os personagens apresentados carecem de profundidade e carisma, tornando difícil para o público criar uma conexão ou se envolver com a trama, apesar da relevância do tema central sobre a figura de Putin e o poder.
