
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, instruiu que o volume de emissões de gases de efeito estufa no país seja reduzido para 65-67% dos níveis de 1990 até 2035. É crucial que a capacidade máxima de absorção das florestas e outros ecossistemas naturais seja levada em consideração para alcançar essa meta. O decreto presidencial foi publicado no portal oficial de atos jurídicos.
Em 1990, a Rússia emitia cerca de 3,1 mil milhões de toneladas de gases de efeito estufa. Até 2017, este valor diminuiu para 1,6 mil milhões de toneladas, conforme detalhado na estratégia de desenvolvimento governamental para 2050. Em novembro de 2024, o primeiro-ministro Mikhail Mishustin declarou que a Rússia já conseguiu reduzir as emissões de gases de efeito estufa em mais de duas vezes em comparação com os níveis de 1990.
De acordo com dados recentes do Global Carbon Budget, no ano passado, as emissões globais de dióxido de carbono resultantes da queima de combustíveis fósseis (como carvão, petróleo e gás natural) aumentaram aproximadamente 0,8%, atingindo um recorde de 37,4 mil milhões de toneladas métricas. Notavelmente, cerca de um terço dessas emissões é atribuído à China.
