O Chillida Leku, renomado museu e parque de esculturas em Hernani, dedicado à obra do artista Eduardo Chillida, anunciou hoje a nomeação de Mikel Chillida como seu novo diretor, com efeito a partir de 1º de abril.
Neto do escultor, Mikel Chillida desempenhava, desde 2019, o cargo de Diretor de Desenvolvimento do Chillida Leku. Nessa função, ele foi fundamental para o crescimento do museu, o estabelecimento de parcerias estratégicas e o aumento de sua projeção internacional. Mireia Massagué, que esteve à frente da direção nos últimos sete anos, passará o cargo para Mikel, mas continuará colaborando com o espaço em funções de assessoria.
A família Chillida, por meio de seu porta-voz, Luis Chillida, expressou total confiança no novo diretor. Eles afirmam que o “profundo conhecimento de Mikel sobre o legado artístico de Eduardo Chillida, combinado com seu firme compromisso com a missão do museu, o posiciona de forma ideal para liderar o Chillida Leku em sua próxima fase”. A família está certa de que, sob sua liderança, o museu continuará a consolidar as conquistas recentes e a explorar novas abordagens para a conservação e divulgação da obra de Eduardo Chillida para as futuras gerações.
Após sua reabertura ao público em 2019, depois de um período de portas fechadas, o museu tem focado em fortalecer sua presença internacional, promover colaborações estratégicas nos âmbitos local e nacional, desenvolver programas expositivos de grande relevância e consolidar uma programação dinâmica de atividades para o público. Uma atenção especial tem sido dedicada a projetos educativos, de mediação, inclusão e pesquisa. Em reconhecimento a esses esforços, o Chillida Leku recebeu em 2023 o Prêmio do Museu de Portimão na categoria Acolhimento, Inclusão e Sentido de Pertencimento, concedido pelo European Museum Forum (EMYA); e, em 2024, foi agraciado com a Medalha de Ouro ao Mérito nas Belas Artes pelo Ministério da Cultura.
Mikel Chillida declarou que assume a direção com o compromisso de “preservar, pesquisar e compartilhar sua extraordinária obra com públicos cada vez mais amplos, mantendo um diálogo ativo com o presente e o futuro”.
